E aqui, a segunda parte do manual, a parte séria!
Sobre como criar um texto dissertativo (texto sério)
A dissertação é uma modalidade de texto em que se emite opinião sobre determinado assunto. Em suma, é o posicionamento do emissor sobre um tema, abordando um assunto em especial. Dissertações estão bastante difundidas na atualidade, estando presentes em diversos meios de comunicação, em sua maioria os escritos: jornais, revistas e internet. Apesar de exigir menos que outras modalidades de texto, como uma narração, não é algo simples de se falar.
Para começar, deve-se saber, ou ao menos ter uma noção, do que será escrito. Então, para o início, faz-se necessária a apresentação dessa idéia já no primeiro parágrafo. E a seguir, nos outros parágrafos, há o desenvolvimento desta idéia a partir do posicionamento tomado durante o primeiro parágrafo, mas isso pode variar; numa dissertação, a opinião é neutra: geralmente são ditos os aspectos que pesam a favor, e em seguida os fatores desfavoráveis. Já numa argumentação, há que se adotar uma postura sobre o que está sendo escrito, a favor ou contra.
Mas independente do tipo de texto dissertativo, a estrutura dos textos costuma ser parecida: o primeiro parágrafo apresenta a tese a ser discutida, enquanto que no segundo e terceiro parágrafos, a tese é desenvolvida, com argumentos convincentes e relevantes; por exemplo, estatísticas mostram que 62% das dissertações escolares bem-escritas e coesas possuem estatísticas. Mas tenha sempre certeza da fonte: o IBGE diz que 49% das fontes ou informações das estatísticas são inventadas pelos alunos. Por isso, é importante basear seus argumentos com dados significativos, ainda mais se a modalidade for a argumentação, em que sua opinião, sendo unilateral, deverá ter mais motivos para convencer o leitor de seu ponto de vista.
Enfim, dissertações e argumentações são tipos de textos dissertativos, que nada mais são que a expressão impessoal de um ponto de vista, explorando-se os dois lados da questão ou apenas um. Claro que há os elementos que devem estar presentes em qualquer texto, como coesão e uma boa apresentação, mas a idéia desenvolvida é a chave das dissertações, não se esquecendo da conclusão ao final, amarrando as idéias presentes e fechando o texto.
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Sobre como criar um texto dissertativo (texto zuêra)
Enfim, uma atualização depois de um tempo entregue às baratas!
Aqui vai o primeiro, um manual de como fazer uma dissertação!
Sobre como criar um texto dissertativo (texto zuêra)
Aqui vai o primeiro, um manual de como fazer uma dissertação!
Sobre como criar um texto dissertativo (texto zuêra)
Muito bem, mais um período de férias acabou e você tem que voltar ao colégio, mais uma vez. Pode dizer, é um saco. Entre as novidades, algumas provavelmente serão boas (“A professora de geografia é gostosa!”, “O professor de química é um gato!”, escolha o seu), algumas certamente serão ruins (“Física? NOOO!”), outras serão inexpressivas (“Literatura serve pra quê, véi?”). Porém, você descobrirá cedo ou tarde que aquelas narrativas bestinhas que você costumava fazer serão coisa do passado, a nova onda será fazer dissertações.
E você se questiona: “Pra que diabos serve uma dissertação? Prefiro muito mais continuar com minhas narrativas!”. Primeiro, elas servem pra muita coisa. E segundo, se você prefere fazer narrações, sinto dizer, mas você é um desocupado. Ou então um cara muito criativo que escreve esse tipo de texto por diversão. E, por tabela, um desocupado. Mas não se aflija. Dissertações são simples: é a sua opinião sobre determinado assunto, somente. Claro, respeitando-se a estrutura do texto. Por exemplo, numa dissertação, você não pode se incluir DE MANEIRA ALGUMA. Calma, que o texto em Caps Lock é pra enfatizar a idéia. A não ser que você esteja escrevendo uma carta argumentativa, mas isso é assunto pra outro texto. Coisas como “a pena de morte é repudiada pelas sociedades em geral, mas eu acredito que deveria ser instituída” matam um texto. Não importa se não tem nenhum erro de escrita ou de gramática, ou se a tinta de sua caneta é de ouro, seu texto será motivo de chacota para seu professor, que não hesitará em aplicar um zero bem oval a ele (porque o zero é mais oval que redondo, espertos). E por favor, não invente de colocar dois pontos e travessão, que isso não é uma narrativa. Não existe nada mais broxante do que ver uma tese bem apresentada, bem desenvolvida, só para notar um diálogo entre um parágrafo e outro.
Para ilustrar melhor, imagine que você é um conquistador aí, tipo Alexandre o Grande, só que heterossexual. Aí você chega numa região que possui dois castelos. Você só pode conquistar um deles. Sim, eu sei que não faz sentido você ser um conquistador e não poder conquistar o que quiser, mas relaxe aí. Pense na situação das tropas. Pois bem, você pede aos espiões que trouxe consigo um relatório completo sobre os dois castelos, e pra encurtar a história, eles voltam logo com informações suficientes sobre os lugares, e aí é só decidir qual castelo, sacou? Metaforicamente, os espiões representam você. Esqueça o conquistador por um instante. As informações representam... hã, as informações que você sabe sobre o castelo, que representa seu posicionamento sobre o assunto, que é algo mais abrangente, tipo a região. Não faz muito sentido, mas é mais ou menos assim que funciona.
Pois bem, siga estas dicas para fazer uma dissertação de boa!
E você se questiona: “Pra que diabos serve uma dissertação? Prefiro muito mais continuar com minhas narrativas!”. Primeiro, elas servem pra muita coisa. E segundo, se você prefere fazer narrações, sinto dizer, mas você é um desocupado. Ou então um cara muito criativo que escreve esse tipo de texto por diversão. E, por tabela, um desocupado. Mas não se aflija. Dissertações são simples: é a sua opinião sobre determinado assunto, somente. Claro, respeitando-se a estrutura do texto. Por exemplo, numa dissertação, você não pode se incluir DE MANEIRA ALGUMA. Calma, que o texto em Caps Lock é pra enfatizar a idéia. A não ser que você esteja escrevendo uma carta argumentativa, mas isso é assunto pra outro texto. Coisas como “a pena de morte é repudiada pelas sociedades em geral, mas eu acredito que deveria ser instituída” matam um texto. Não importa se não tem nenhum erro de escrita ou de gramática, ou se a tinta de sua caneta é de ouro, seu texto será motivo de chacota para seu professor, que não hesitará em aplicar um zero bem oval a ele (porque o zero é mais oval que redondo, espertos). E por favor, não invente de colocar dois pontos e travessão, que isso não é uma narrativa. Não existe nada mais broxante do que ver uma tese bem apresentada, bem desenvolvida, só para notar um diálogo entre um parágrafo e outro.
Para ilustrar melhor, imagine que você é um conquistador aí, tipo Alexandre o Grande, só que heterossexual. Aí você chega numa região que possui dois castelos. Você só pode conquistar um deles. Sim, eu sei que não faz sentido você ser um conquistador e não poder conquistar o que quiser, mas relaxe aí. Pense na situação das tropas. Pois bem, você pede aos espiões que trouxe consigo um relatório completo sobre os dois castelos, e pra encurtar a história, eles voltam logo com informações suficientes sobre os lugares, e aí é só decidir qual castelo, sacou? Metaforicamente, os espiões representam você. Esqueça o conquistador por um instante. As informações representam... hã, as informações que você sabe sobre o castelo, que representa seu posicionamento sobre o assunto, que é algo mais abrangente, tipo a região. Não faz muito sentido, mas é mais ou menos assim que funciona.
Pois bem, siga estas dicas para fazer uma dissertação de boa!
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