Aqui vai o primeiro, um manual de como fazer uma dissertação!
Sobre como criar um texto dissertativo (texto zuêra)
Muito bem, mais um período de férias acabou e você tem que voltar ao colégio, mais uma vez. Pode dizer, é um saco. Entre as novidades, algumas provavelmente serão boas (“A professora de geografia é gostosa!”, “O professor de química é um gato!”, escolha o seu), algumas certamente serão ruins (“Física? NOOO!”), outras serão inexpressivas (“Literatura serve pra quê, véi?”). Porém, você descobrirá cedo ou tarde que aquelas narrativas bestinhas que você costumava fazer serão coisa do passado, a nova onda será fazer dissertações.
E você se questiona: “Pra que diabos serve uma dissertação? Prefiro muito mais continuar com minhas narrativas!”. Primeiro, elas servem pra muita coisa. E segundo, se você prefere fazer narrações, sinto dizer, mas você é um desocupado. Ou então um cara muito criativo que escreve esse tipo de texto por diversão. E, por tabela, um desocupado. Mas não se aflija. Dissertações são simples: é a sua opinião sobre determinado assunto, somente. Claro, respeitando-se a estrutura do texto. Por exemplo, numa dissertação, você não pode se incluir DE MANEIRA ALGUMA. Calma, que o texto em Caps Lock é pra enfatizar a idéia. A não ser que você esteja escrevendo uma carta argumentativa, mas isso é assunto pra outro texto. Coisas como “a pena de morte é repudiada pelas sociedades em geral, mas eu acredito que deveria ser instituída” matam um texto. Não importa se não tem nenhum erro de escrita ou de gramática, ou se a tinta de sua caneta é de ouro, seu texto será motivo de chacota para seu professor, que não hesitará em aplicar um zero bem oval a ele (porque o zero é mais oval que redondo, espertos). E por favor, não invente de colocar dois pontos e travessão, que isso não é uma narrativa. Não existe nada mais broxante do que ver uma tese bem apresentada, bem desenvolvida, só para notar um diálogo entre um parágrafo e outro.
Para ilustrar melhor, imagine que você é um conquistador aí, tipo Alexandre o Grande, só que heterossexual. Aí você chega numa região que possui dois castelos. Você só pode conquistar um deles. Sim, eu sei que não faz sentido você ser um conquistador e não poder conquistar o que quiser, mas relaxe aí. Pense na situação das tropas. Pois bem, você pede aos espiões que trouxe consigo um relatório completo sobre os dois castelos, e pra encurtar a história, eles voltam logo com informações suficientes sobre os lugares, e aí é só decidir qual castelo, sacou? Metaforicamente, os espiões representam você. Esqueça o conquistador por um instante. As informações representam... hã, as informações que você sabe sobre o castelo, que representa seu posicionamento sobre o assunto, que é algo mais abrangente, tipo a região. Não faz muito sentido, mas é mais ou menos assim que funciona.
Pois bem, siga estas dicas para fazer uma dissertação de boa!
E você se questiona: “Pra que diabos serve uma dissertação? Prefiro muito mais continuar com minhas narrativas!”. Primeiro, elas servem pra muita coisa. E segundo, se você prefere fazer narrações, sinto dizer, mas você é um desocupado. Ou então um cara muito criativo que escreve esse tipo de texto por diversão. E, por tabela, um desocupado. Mas não se aflija. Dissertações são simples: é a sua opinião sobre determinado assunto, somente. Claro, respeitando-se a estrutura do texto. Por exemplo, numa dissertação, você não pode se incluir DE MANEIRA ALGUMA. Calma, que o texto em Caps Lock é pra enfatizar a idéia. A não ser que você esteja escrevendo uma carta argumentativa, mas isso é assunto pra outro texto. Coisas como “a pena de morte é repudiada pelas sociedades em geral, mas eu acredito que deveria ser instituída” matam um texto. Não importa se não tem nenhum erro de escrita ou de gramática, ou se a tinta de sua caneta é de ouro, seu texto será motivo de chacota para seu professor, que não hesitará em aplicar um zero bem oval a ele (porque o zero é mais oval que redondo, espertos). E por favor, não invente de colocar dois pontos e travessão, que isso não é uma narrativa. Não existe nada mais broxante do que ver uma tese bem apresentada, bem desenvolvida, só para notar um diálogo entre um parágrafo e outro.
Para ilustrar melhor, imagine que você é um conquistador aí, tipo Alexandre o Grande, só que heterossexual. Aí você chega numa região que possui dois castelos. Você só pode conquistar um deles. Sim, eu sei que não faz sentido você ser um conquistador e não poder conquistar o que quiser, mas relaxe aí. Pense na situação das tropas. Pois bem, você pede aos espiões que trouxe consigo um relatório completo sobre os dois castelos, e pra encurtar a história, eles voltam logo com informações suficientes sobre os lugares, e aí é só decidir qual castelo, sacou? Metaforicamente, os espiões representam você. Esqueça o conquistador por um instante. As informações representam... hã, as informações que você sabe sobre o castelo, que representa seu posicionamento sobre o assunto, que é algo mais abrangente, tipo a região. Não faz muito sentido, mas é mais ou menos assim que funciona.
Pois bem, siga estas dicas para fazer uma dissertação de boa!
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