1ª historinha.
Estava o senhor andando placidamente no seu carro, e estava prestes a atravessar um cruzamento. Por um momento, ele se distraiu olhando pro sinal mudar para o amarelo exatamente quando ele ia atravessa-lo, quando, acidentalmente, atropelou uma senhora idosa que ia atravessando a faixa bem naquele momento.
A sorte é que o senhor não estava andando muito rápido, por isso o acidente não foi tão fatal. Aparentemente. Ele estava para sair do carro quando viu algo rolando de debaixo do carro. O senhor entrou em pânico. "Porra, é a cabeça da velha! Caralho, o que foi que eu fiz?". Imediatamente ele saiu do carro para ver o estrago, quando a senhora se levanta do chão, reclamando. E aí o senhor nota que tinha algo diferente. Ele dá uma boa olhada na suposta cabeça, e a ficha cai.
Era a peruca da velha, que tinha caído no acidente.
2ª historinha.
Estava tendo um café da manhã no escritório naquele dia, organizado pela Adriana. O pessoal conversava distraidamente, enquanto comia. E Adriana se servia de um pão de sal, quando o Farias, um velho um tanto quanto incoveniente, pra não dizer sem-noção, chega pra ela e pergunta:
- Adriana, me diz. De manhã, quando você acorda, o que você costuma passar no cacetinho?
Ela, por sua vez, estava meio sem paciência, depois de ter apartado uma briga homérica entre dois colegas, que iriam disputar na mão o último pedaço de queijo. E aí:
- Olha, tem uma coisa. Se o cacetinho for bom mesmo, não precisa passar nada. Agora, se tiver velho e mole, dou pro gato comer.
O pessoal estranhou o comportamento do Farias no resto do dia; estava quieto, como se tivesse escutado algo que o deixou constrangido. Quando algum aventureiro se dispunha a perguntar o que foi, a Adriana respondia da sua mesa:
- Foi o cacetinho!
Duas histórias reais, diga-se.
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